O dia 21 de janeiro é marcado como o Dia de Combate a Intolerância Religiosa, uma luta árdua, que ao longo dos anos vem se intensificando diante da grande quantidade de casos que o Brasil e principalmente a Bahia, berço das culturas de matriz africana, vem registrando.
Nesse sentindo a Federação Nacional do Culto Afro Brasileiro (FENACAB), que tem como principal objetivo atuar em defesa das religiões de matriz africana promovendo a liberdade do culto e o combate a intolerância religiosa, vem atuando de matéria intensa dano suporte as vítimas e dialogando junto ao Ministério Público do Estado, para que os casos não fiquem em pune.
A instituição, que atualmente possui mais de nove mil associados, oferece assistência através da promoção de diálogos, além de consultoria jurídica. Somente em 2024 a Federação já recebeu e encaminhou junto ao Ministério Público, 27 denúncias de intolerância religiosa. De acordo com o presidente da Federação, a parceria com o MP tem sido fundamental nessa luta.
“Estamos combatendo a intolerância religiosa através de uma forte parceria com o Ministério Público Estadual por meio da promotora Dra. Lívia Santana. Seguiremos firmes nesse combate”, afirma Aristides Oliveira, presidente da Federação.
Ainda segundo ele, a união é fundamental para que haja respeito. “Precisamos estar junto, poder público, sociedade civil organizada e população para que além de penalizar os intolerantes possamos buscar políticas públicas efetivas para que as pessoas sejam cada vez mais educadas e descontruam todos os tipos de intolerância”, completou o presidente.
Segundo dados do Disque 100, principal canal de denúncia de direitos humanos, somente em 2024, no primeiro semestre, o Brasil registrou 1.227 denúncias de intolerância religiosa, um aumento de 80% em relação ao mesmo período de 2023.





Comentários (0)
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião desta página, se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.
Comentar